Quinta-feira, 19 de Fevereiro de 2009

ufo-flying

Sábado, 17 de Janeiro de 2009

Pink Floyd - The Piper At The Gates Of Dawn (1967)

Terça-feira, 6 de Janeiro de 2009

eloy-1971


Eloy é uma banda alemã de rock progressivo , cujos estilos musicais incluem rock sinfônico e space rock ,muito loca.flw

writing on the wall front (digipack sleeve)

Sábado, 20 de Dezembro de 2008

Roger Waters - The Pros and Cons Of Hitch Hiking (1983) - Download

este discaço é delirante,confira e veja que roger waters tem a alma do pink floyd.flw

U.F.O. - No Heavy Petting (1976) -

os caras fazem um som muito bom,viagem garantida;flw

Segunda-feira, 15 de Dezembro de 2008

The international classic rock festival.


Aqui estão os momentos de destaque do impressionante festival The International Classic Rock Festival, realizado ao longo de cinco noites em Londres e Nova Jersey. Tocando para multidões em êxtase em ambos os extremos do Atlântico estavam tanto bandas consagradas quanto novatas, em seu desafio diante da platéia fanática pelo rock clássico. O festival foi um sucesso arrasador e este é o registro perfeito dos cinco grandiosos dias e noites de música soberba.flw.

Domingo, 14 de Dezembro de 2008

Jethro Tull, Original masters

Um lp de primeira,espero que gostem.flw

Sábado, 13 de Dezembro de 2008

pink floyd- the wall, o filme



O filme todo se baseia em um único personagem: Pink, que desde garoto constroe um muro entre ele e o mundo. Vários fatos contribuem para isso, e como diz as músicas "Another Brick in the Wall" são apenas mais um tijolo no muro. Esta música, onde está concentrada quase toda a história do filme, é muito bem preparada, pois é dividida em três parte, cada uma contando uma fase diferente da história de Pink. Na primeira, a morte de seu pai, sem deixar nenhuma lembrança abala a vida de Pink ainda novo. Na segunda música, entra a parte da escola, com professores que são produzidos para robotizar os alunos. Este controle de pensamento que os professores queriam fazer em Pink foi mais um tijolo no muro, que já estava sendo levantado. A terceira música, fala sobre drogas e guerras, é uma crí­tica bem feita í Guerra do Vietnã, que aconteceu um pouco antes da gravação do álbum. Em outra música, encontramos várias referências ao muro que Pink estava construindo, como na música ?Mother?, que conta que a superproteção da mãe de Pink foi mais um tijolo no muro. Esta superproteção que o impediu de ser que ele queria. Existiram vários outros tijolos no muro, como a traição da mulher de Pink, as drogas, o Rock and Roll, entre outros.

No final do filme, acontece uma cena de animação, que conta praticamente toda a história do filme: é o julgamento de Pink. Nele tudo o que aconteceu no filme volta í tona, e Pink sofre a pior pena que poderia ter, é obrigado é destruir o muro que durante tanto tempo construiu. O muro que o separava do mundo agora não existe mais, todos conhecem Pink, seus sentimentos e seu interior, que durante tanto tempo escondera tão cautelosamente.

Em resumo, o filme conta a história de Pink, um astro do rock que teve seu pai morto na guerra antes de nascer. Na escola, perseguido pelo professor. E no casamento, traí­Â­do pela esposa. Assim, Pink ergue um "muro" fictí­cio que o separará do mundo real. No final do filme, Pink é condenado a derrubar o muro e expor seus sentimentos para seus semelhantes.

Quinta-feira, 11 de Dezembro de 2008

focus-hocus pocus parte1

focus-hocus pocus,parte 2

Quarta-feira, 10 de Dezembro de 2008

the doors-the soft oarade-1969

Domingo, 7 de Dezembro de 2008

the doors

Sábado, 6 de Dezembro de 2008

Raul Seixas-krig-ha-bandolo(1973)

raul no seu auge,uma sonzeira de tirar o chapeu.flw
Webfetti.com

led zeppelin lll

Terça-feira, 2 de Dezembro de 2008

Raul Seixas-gita


grande raulzito, um mestre do rock nacional.

Domingo, 23 de Novembro de 2008

pink floyd- the wall

http://www.hotshare.net/file/93268-8114668a1d.html
http://www.hotshare.net/file/93317-427664747f.html

Sonho de um vagabundo!



Um ser humano vinha
numa noite, sobre o espelho,sobre agua
Um homen sombra forte de um jumento
a força te dominara

Depois o sol renasce
a calma e o tempo
Essa fumaça levara, essencia monstruosa

Que te levara
longe,bem longe
longe de tudo

Atrás de um grade monte
rumo ao horizonte
onde o sol desperta, o amanha

Voçe,miando vinha,numa noite
Em frente a um espelho, solteira..

Um sentimento tanto,santo
Um som, um tom,
em formas naturais
criaturas normais

Dorme sem a sombra
perto, tao perto
perto de tudo

eu não sei o certo
todas as leis do mundo
foge a lei, do sonho de um vagabundo.
fonte:vagalume
letra e musica:casa das maquinas

Sábado, 22 de Novembro de 2008

jethro tull-1976 too old to rock n roll too yong to die

jethro tull thick as a brick

Quarta-feira, 19 de Novembro de 2008

arnaldo baptista-lóki,1974


espetacular,uma obra prima de arnaldo baptista pós mutantes;flw.

Terça-feira, 18 de Novembro de 2008

som nosso de cada dia(1975-1976)cuidado com o verdi

Domingo, 16 de Novembro de 2008

som nosso de cada dia (1975-1976) o barulho aterroriza


mais uma pérola do rock progressivo nacional;
PS:em breve cuidado com o verdi, outro discaço.flw

Sábado, 15 de Novembro de 2008

casa das maquinas /ao vivo em santos.

casa das maquinas


Casa das Máquinas

"Grupo brasileiro dos anos 70 formado por alguns ex-intergrantes das bandas The Clevers e Os Incríveis (rock 'n' roll, ambas). O Casa das Máquinas lança um total de três LPs, todos pela Som Livre, sendo que apenas o segundo (formação citada) é progressivo (um dos melhores LPs nacionais do gênero). Os outros oscilam entre o hard ("Casa das Máquinas") e o rock 'n' roll ("Casa de Rock"). (ERP)
RPB: Existe um vinil pirata gravado em 1978 em Santos - SP.

Músicos:
Luiz Franco Thomaz - bateria e percussão
José Aroldo Binda - violão, guitarra e vocal
Carlos da Silva - baixo e vocal
Mário Testoni Jr. - órgão, teclados e piano
Mário Franco thmoaz - bateria e vocal
Carlos Roberto Piazzoli - guitarra, órgão, baixo e violão

Discografia:

Casa das Máquinas - 1974 - Som Livre
Lar de Maravilhas - 1975 - Som Livre
Casa de Rock - 1976 - Sim Livre
Ao Vivo em Santos - 1978

casa das maquinas-lar das maravilhas

Terça-feira, 11 de Novembro de 2008

the animals-animalism,parte1.

the animals-animalism,parte2

Segunda-feira, 10 de Novembro de 2008

rush-fly by night


mais um discaço do rush,flw;

Sexta-feira, 7 de Novembro de 2008

focus 3


Focus 3 - Focus

Publicado no www.whiplash.net - o mais completo site de rock e metal

Há muitas maneiras de se ouvir uma obra. Infelizmente, ouvir o Lp brasileiro não foi a mais recomendável para o clássico "Focus 3", pois, por aqui, o álbum duplo saiu como simples, sem a monumental presença, por exemplo, de "Anonymus Two", música com nada menos que 26 minutos de duração.

Para se ter uma idéia do que era a imagem da banda em 1973, quando foi lançado, a capa trazia uma foto com um close de seu flautista, vocalista e tecladista, Thijs Van Leer. Nessa época ele encarnava o espírito do Focus e qualquer fã dos holandeses, ao se mencionar o nome da banda, comentava invariavelmente sobre o inacreditável intérprete de "Hocus Pocus"; ainda estava começando a se firmar o mito de seu guitarrista, Jan Akkerman, que acabaria por ser considerado um dos mais influentes de sua geração. Além disso, o trabalho perfeito da cozinha do Focus, com Bert Ruiter (baixo) e Pierre Van Der Linden (bateria), alçando vôos corajosos em vários momentos do disco, era para os ouvintes uma agradável surpresa por ser uma novidade, já que esse era o segundo disco do baterista com a banda e o primeiro do baixista.

Mesmo assim, apesar das luzes dos spots quase sempre recaírem sobre Thijs Van Leer, todos têm as mesmas chances e brilham iguais. Os solos de Akkerman, com certeza, são mais presentes que nos discos anteriores, mas a flauta e o órgão Hammond de Thijs ainda têm seu - grande - espaço. Isso é provado pelo maior hit do disco e um dos temas mais conhecidos da carreira da banda, "Silvia"; com sua introdução marcante de guitarra e órgão e a sutil interpretação da melodia executada pela guitarra com um som limpo, conseguem abrir um espaço para que os vocais altos de Thijs Van Leer se destaquem. A virada de bateria no refrão e a marcação do baixo são também bem marcantes. Por falar em bateria, ela abre o disco, extremamente solta, num clima jazzístico, para que a guitarra Gibson Les Paul de Akkerman comece a brilhar desde cedo.

"Silvia" também se tornou o lado A do compacto de maior sucesso da carreira do Focus, tendo como lado B uma música de seu primeiro disco, "House Of The King", onde a flauta e o instrumental do grupo lembram tanto o Jethro Tull de sua fase clássica que confundiu muita gente tida como especialista no assunto, como, por exemplo, Ian Gillespie e o produtor Mike Vernon, que viriam a trabalhar com o Focus neste disco.

Como analisar, faixa a faixa, um álbum desses, onde cada músico teve liberdade de se movimentar com a desenvoltura desejada? O máximo que se pode fazer é lembrar seus grandes momentos, como a medieval "Elspeth Of Nottingham", onde Jan Akkerman mostra sua habilidade com o alaúde, ou a etérea "Love Remembered", com um clima tão suave que o ouvinte é transportado para uma paisagem de sonhos e convidado por seus ouvidos a permanecer nela, infelizmente, por apenas 2 minutos e 50 segundos. Ou o piano de "Carnival Fugue", com um gosto de quarta-feira de Cinzas (não sei se foi essa a intenção, mas que parece, ah! isso parece...). E tem também "Answers? Questions! Questions? Answers!", com Akkerman solando mais com o efeito do volume que nas notas.

"Focus 3" é o melhor momento do maior grupo holandêss, onde o excelente nível das composições, a emoção e a técnica convivem em harmonia, coisa rara numa fase do rock em que um virtuosismo sem sentido falava mais alto. Simplesmente antológico.

Quarta-feira, 5 de Novembro de 2008

Aqualung (tradução)


Sentado em um banco no parque
Espiando as garotinhas com segundas intenções
Meleca escorrendo pelo seu nariz
Dedos engordurados lambuzando as roupas velhas
Secando no sol frio
Observando enquanto as calcinhas de rufos correm
Se sentindo como um pato morto
Cuspindo pedaços da sua sorte arruinada

Sol com raios frios
Um velho que perambula solitário
Passando o tempo
O único meio que ele conhece
A perna dói tanto
Enquanto se agacha para pegar um resto de lanche
Ele vai até o pântano
E esquenta seus pés

Sentindo-se sozinho
O exército está pronto para a cavalgada
Salvação à la estilo e uma xícara de chá
Aqualung meu amigo
Não comece a ficar preocupado
Você pobre velho sodomita, veja, sou apenas eu
Você ainda se recorda
A geada nebulosa de dezembro
Quando o gelo que
Agarra em sua barba
Grita de agonia
E você apanha seus últimos suspiros sacolejando
Com sons de mergulhador do fundo do mar
E as flores florescem como a
Loucura na primavera.flw

Domingo, 2 de Novembro de 2008

mais zz top

z z top

Sábado, 1 de Novembro de 2008

flying


expanda sua consciencia,compartilhe seus pensamentos positivos,ouça flying-ufo;flw

Segunda-feira, 27 de Outubro de 2008

jethro tull thick as a brick


discaço

the animals

Domingo, 26 de Outubro de 2008

rush-hemispheres

focus ,muito louco.



Focus pertence a uma raça diferente, contemporânea,de músicos. Para início de conversa, são europeus do continente, um povo mais inclinado a consumir (e com certa parcimônia) do que a fazer rock. Um grupo de rock europeu - holandês, mais especificamente - há alguns anos atrás, seria considerado uma curiosidade, ave rara. Nunca um candidato sério às listas de "melhores" ou às paradas de "mais vendidos". No entanto, o Focus ocupa os dois lugares com assiduidade e naturalidade.

A raça nova de rockers como o Focus costuma ter uma forja comum temperando seus espíritos: o conservatório de música. E é lá, justamente, que vamos encontrar nosso primeiro personagem, Thijs Van Leer, 19 anos em 1969, colando grau com distinção em piano, arranjo e teoria. Thijs era um músico aplicado e com interesses múltiplos: além do curso no Conservatório Real de Amsterdam ele estudou História de Arte na Universidade de Amsterdam, órgão e música renascentista com o maestro Anthony Van Der Horst, dirigiu uma banda de jazz com colegas de colégio. E, além de tudo isso, era um fã exaltado do Traffic, especialmente de Stevie Winwood.
FOCUS em 1974
Foi com a idéia vaga de fazer "um Traffic holandês" que Thijs se uniu aos amigos Martin Dresden, baixista, e Hans Cleuver, baterista. Seu primeiro emprego não teve muito a ver com o Traffic: foram chamados a integrar a banda do musical Hair, versão holandesa. Mas isso lhes trouxe bons contatos, um convite para um teste e, afinal, a gravação de um LP: a Europa estava ansiosa por produzir rock próprio, autônomo, que pudesse fazer frente ao heavy-metal inglês, a grande onda do momento.

Durante a gravação deste primeiro disco - In And Out of Focus - houve dois fatos interessantes, Primeiro, Thijs descobriu que não só sabia cantar como conseguia fazer o yodel, vocalização ondulante e complicada, típica da música dos Alpes. Segundo, seu amigo Jan Akkerman, 24 anos, guitarrista, violonista e tocador de alaúde formado pelo Liceu Musical de Amsterdam, uniu-se ao grupo.
Como costuma acontecer, o sucesso não veio. Não na escala que o recém-batizado Focus ("era um nome internacional, sintético") e sua gravadora esperavam. Os curtidores holandeses garantiram as boas vendas do avulso "House fo The King" - bem uma amostra do futuro som-Focus - mas a invasão de Londres e Nova York não se consumou.

Um tanto desiludido, Akkerman abandonou o grupo e foi se unir ao seu antigo colega de conjuntinho de baile, o baterista Pierre Van Der Linden, para formarem um novo grupo junto corn o baixista Cyril Havermans. E então o improvável aconteceu: Thijs Van Leer decidiu que esse grupo era melhor do que o seu. E se mudou para a companhia de Akkerman & Cia., levando consigo o nome Focus.
O lançamento de Moving Waves, álbum do novo Focus, comprovou o acerto de sua escolha. Com o terreno consideravelmente preparado por grupos como o Yes, o Emerson Lake & Palmer e o King Crimson, o som do Focus, intrincado, melódico, quase erudito, se tornou a sensação de Londres. Os críticos acolheram Eruption, a suite-rock sobre o mito de Orfeu que ocupa todo um lado de Waves, como "uma obra-prima fundamental do rock contemporâneo". Os elementos estavam todos no lugar, e o catalizador tinha sido Van Der Linden, músico 90% erudito, ex-integrante da Orquestra de Ópera de Amsterdam.

1972 é o ano da grande virada para o Focus. Excursionam pela Grã-Bretanha, colecionando elogios e casas lotadas: "Eles nem deviam gravar em estúdios, pois são absolutamente perfeitos num palco", diz o jornal Melody Maker. O avulso Sylvia, tirado do álbum duplo Focus 3, chega ao 1º lugar na parada inglesa e, surpresa das surpresas, na América também. Foi um ano de mudanças: o contido Cyril Havermans deixa o grupo por uma carreira individual. Em seu lugar vem outro agente de transformações, o gorducho Bert Ruiter, 26 anos, autodidata, nenhuma base clássica mas muito rock e pop, música de dança.

O conflito inevitável começa a roer o grupo lentamente, durante a primeira excursão americana. "Bert tem uma energia muito grande, um estilo parecido com o de Jack Bruce, que é sua maior influência", diz Thijs. "Ele foi levando a gente pouco a pouco por um caminho mais simples, mais aberto, mais rítmico, mais 2 por 4." O primeiro a se deixar contaminar foi Thijs. Depois, Akkerman. "Acho que foi no Texas, uma noite, que Jan veio me perguntar se ele podia se soltar, tocar coisas mais simples, mais... terra a terra... alegres. Eu fiquei contente porque vi que não era só eu que estava achando o Focus complicado demais."

Quem não gostou foi Pierre. "O clima ficou péssimo entre Pierre e Bert. Bert queria solar, balançar, Pierre não deixava. Pierre queria fugas, flautas, não se conformava com o que ele chamava 'a nossa vulgaridade", diz Jan. Um álbum ao vivo, gravado durante uma espetacular temporada no Rainbow de Londres deixa os fãs em compasso de espera, esconde um pouco a briga. "Lá pelo fim de 73 eu estava convicto que o grupo ia acabar", diz Jan. "E, para dizer a verdade, não me importava muito, não. Eu já estava cheio da máquina rock de fazer sucessos."

De fato não deve ser fácil, A geração européia de onde veio o Focus repete, numa outra escala, evidentemente, o esquema brasileiro de rock. São músicos muito puros, que tocam por brincadeira ou prazer, que quase nunca têm contato com uma estrutura ferozmente empresarial de música. A indústria de música, na Europa continental, está voltada basicamente para a canção, o pop, o easy music. Rock era, até os anos 70, brincadeira de garotos, festas de dança. Nenhum esquema profissional - pubs, clubes, Cavern Clubs, Ealing Clubs - para absorver essa geração e acostumá-la com o lado mais duro da música. Para completar tudo, fechando o esquema de desenraizamento, são músicos nutridos a clássicos e conservatórios, com uma visão límpida e quase inocente da criação musical. Arte pela arte. Showbiz é coisa de americano.

Daí o choque, inevitável. O desencanto. Mike Vernon, que acolheu e produziu o grupo em Londres desde 1972, conta que "eles eram muito desconfiados, viviam dizendo que não fariam concessões, que não iam se vender. Estavam apavorados. Especialmente Jan."

Foi Vernon quem salvou o Focus da extinção por desânimo. "Ele chegou com uma lista de bateristas: Aynsley Dunbar,- Mitch Mitchell, Collin Allen", diz Thijs. "Os dois primeiros tinham compromissos, mas Colin estava totalmente desempregado. Ele veio, tocou, ficamos com ele."

Colin, ex-músico de John Mayall, ex-integrante do grupo Stone The Crows, era o sangue novo que o Focus precisava. "Eu admiro James Brown, seu senso de ritmo, toda a música negra. Música negra faz você se mexer, dançar... Adoro música brasileira, também." Tocando com ele num velho castelo holandês alugado, o Focus produziu seu primeiro disco da nova fase "Hamburguer Concerto": mais ritmado, pesado, com bom humor.

E o ciclo se completa: o Focus se firma como um nome do primeiro time, na Inglaterra e nos Estados Unidos. Mais uma longa viagem do rock, como sempre, retomando ao ponto de origem, à velha América. "Eu confesso que tinha medo desse papo todo de música clássica", diz Colin. "Mas agora eu vejo que era bobagem e preconceito. É possível fazer uma música muito ampla misturando tudo. Eles tocam blues muito bem. E, no fundo, é a música que importa, não é?"

Ana Maria Bahiana - Revista "Rock" - 1975 - Brasil
Matéria gentilmente enviada por José do Carmo Lopes FOCUS LOGO

rush-fly by night

rush- 2112

+ jethro tull-aqualung

pira na flauta

Sábado, 25 de Outubro de 2008

jethro tull-

Quinta-feira, 23 de Outubro de 2008

z z top